Limites e Potencialidades da Estimulação Cognitiva Residenc

Generated from prompt:

A apresentação tem de seguir estes slides como vou mandar: SLIDE 1 — TÍTULO No slide: Limites e potencialidades da estimulação cognitiva em contexto residencial Uma leitura a partir da perspetiva sistémica Nome | Curso | Estágio SLIDE 2 — OBJETIVOS No slide: Analisar a estimulação cognitiva Identificar limites e potencialidades Integrar perspetiva sistémica SLIDE 3 — CONTEXTO DO ESTÁGIO No slide: Residência sénior Intervenção em grupo Sessões regulares de estimulação cognitiva SLIDE 4 — O QUE É ESTIMULAÇÃO COGNITIVA No slide: Exercícios de memória Atenção Linguagem Orientação SLIDE 5 — ENQUADRAMENTO NA PRÁTICA No slide: Amplamente utilizada Integrada em rotinas Associada ao envelhecimento ativoSLIDE 6 — PROBLEMA OBSERVADO No slide: Aplicação padronizada Foco no desempenho Pouco significado subjetivo SLIDE 7 — EXEMPLOS DA PRÁTICA No slide: Participação passiva Desmotivação Cumprimento sem envolvimento SLIDE 8 — QUESTÃO CENTRAL No slide: Intervenção terapêutica ou atividade rotineira? SLIDE 9 — PERSPECTIVA SISTÉMICA No slide: Foco nas relações Sistemas em interação Comunicação como núcleo SLIDE 10 — APLICAÇÃO AO ENVELHECIMENTO No slide: Idoso como sujeito ativo Sistemas em constante reorganização Perdas e oportunidades SLIDE 11 — INSTITUCIONALIZAÇÃO No slide: Perda de papéis sociais Adaptação a novas rotinas Impacto na identidade SLIDE 12 — GRUPOS COMO MICROSSISTEMAS No slide: Padrões de comunicação Papéis e alianças Dinâmicas emergentes SLIDE 13 — LIMITES: HETEROGENEIDADE No slide: Diferenças cognitivas Diferenças emocionais Dificuldade de adaptação SLIDE 14 — LIMITES: OUTROS No slide: Variedade de interesses e motivação Diferenças na capacidade de concentração Estado emocional variável SLIDE 15 — RESISTÊNCIA COMO COMUNICAÇÃO No slide: Resistência ≠ desinteresse Expressão de autonomia Oposição simbólica à institucionalização SLIDE 16 — POTENCIALIDADES No slide: Mais interação Expressão pessoal Fortalecimento de vínculos SLIDE 17 — O QUE FAZ A DIFERENÇA No slide: Qualidade do contexto relacional > tipo de exercício SLIDE 18 — PAPEL DO PSICÓLOGO No slide: Facilitador do grupo Regulador das dinâmicas Sensível às relações SLIDE 19 — IMPLICAÇÕES PRÁTICAS No slide: Adaptar sessões ao grupo Flexibilizar intervenções Valorizar comunicação Negociar com a instituição SLIDE 20 — CONCLUSÃO No slide: A estimulação cognitiva só é terapêutica quando relacional e sistémica SLIDE 21 — FECHO No slide: Obrigada! Perguntas e discussão

Análise dos limites e potencialidades da estimulação cognitiva em residências sénior, sob perspetiva sistémica. Explora contexto de estágio, problemas observados como participação passiva, dinâmicas grupais e implicações práticas para o psicólogo, en

April 9, 202620 slides
Slide 1 of 20

Slide 1 - Limites e potencialidades da estimulação cognitiva em contexto residencial

Limites e potencialidades da estimulação cognitiva em contexto residencial

Uma leitura a partir da perspetiva sistémica | Nome | Curso | Estágio

---

Photo by Nastuh Abootalebi on Unsplash

Slide 1 - Limites e potencialidades da estimulação cognitiva em contexto residencial
Slide 2 of 20

Slide 2 - Objetivos

  • Analisar a estimulação cognitiva
  • Identificar limites e potencialidades
  • Integrar perspetiva sistémica
Slide 2 - Objetivos
Slide 3 of 20

Slide 3 - Contexto do Estágio

  • Residência sénior
  • Intervenção em grupo
  • Sessões regulares de estimulação cognitiva
Slide 3 - Contexto do Estágio
Slide 4 of 20

Slide 4 - O que é Estimulação Cognitiva

  • Exercícios de memória
  • Atenção
  • Linguagem
  • Orientação
Slide 4 - O que é Estimulação Cognitiva
Slide 5 of 20

Slide 5 - Enquadramento na Prática

  • Amplamente utilizada
  • Integrada em rotinas
  • Associada ao envelhecimento ativo
Slide 5 - Enquadramento na Prática
Slide 6 of 20

Slide 6 - Problema Observado

  • Aplicação padronizada
  • Foco no desempenho
  • Pouco significado subjetivo
Slide 6 - Problema Observado
Slide 7 of 20

Slide 7 - Exemplos da Prática

  • Participação passiva
  • Desmotivação
  • Cumprimento sem envolvimento
Slide 7 - Exemplos da Prática
Slide 8 of 20

Slide 8 - Questão Central

> Intervenção terapêutica ou atividade rotineira?

— Reflexão Crítica

Slide 8 - Questão Central
Slide 9 of 20

Slide 9 - Perspetiva Sistémica

Perspetiva Sistémica

Foco nas relações e comunicação como núcleo

---

Photo by Tom Parkes on Unsplash

Slide 9 - Perspetiva Sistémica
Slide 10 of 20

Slide 10 - Aplicação ao Envelhecimento

  • Idoso como sujeito ativo
  • Sistemas em constante reorganização
  • Perdas e oportunidades
Slide 10 - Aplicação ao Envelhecimento
Slide 11 of 20

Slide 11 - Institucionalização

  • Perda de papéis sociais
  • Adaptação a novas rotinas
  • Impacto na identidade
Slide 11 - Institucionalização
Slide 12 of 20

Slide 12 - Grupos como Microssistemas

  • Padrões de comunicação
  • Papéis e alianças
  • Dinâmicas emergentes
Slide 12 - Grupos como Microssistemas
Slide 13 of 20

Slide 13 - Limites da Intervenção

Heterogeneidade Diferenças cognitivas; Diferenças emocionais; Dificuldade de adaptação.

Outros Limites Variedade de interesses e motivação; Diferenças na capacidade de concentração; Estado emocional variável.

Slide 13 - Limites da Intervenção
Slide 14 of 20

Slide 14 - Resistência como Comunicação

> Resistência não é desinteresse, é expressão de autonomia e oposição simbólica à institucionalização.

— Perspetiva Sistémica

Slide 14 - Resistência como Comunicação
Slide 15 of 20

Slide 15 - Potencialidades da Estimulação Cognitiva

  • Mais interação
  • Expressão pessoal
  • Fortalecimento de vínculos
Slide 15 - Potencialidades da Estimulação Cognitiva
Slide 16 of 20

Slide 16 - O que Faz a Diferença?

> A qualidade do contexto relacional é mais importante que o próprio exercício.

— Reflexão Final

Slide 16 - O que Faz a Diferença?
Slide 17 of 20

Slide 17 - Papel do Psicólogo

  • Facilitador do grupo
  • Regulador das dinâmicas
  • Sensível às relações
Slide 17 - Papel do Psicólogo
Slide 18 of 20

Slide 18 - Implicações Práticas

  • Adaptar sessões ao grupo
  • Flexibilizar intervenções
  • Valorizar a comunicação
  • Negociar com a instituição
Slide 18 - Implicações Práticas
Slide 19 of 20

Slide 19 - Conclusão

A estimulação cognitiva só é terapêutica quando relacional e sistémica.

O papel do psicólogo na estimulação cognitiva residencial

---

Photo by Tom Parkes on Unsplash

Slide 19 - Conclusão
Slide 20 of 20

Slide 20 - Fecho

Obrigada!

Obrigada pela atenção! Estamos disponíveis para perguntas e discussão.

Slide 20 - Fecho

Discover More Presentations

Explore thousands of AI-generated presentations for inspiration

Browse Presentations
Powered by AI

Create Your Own Presentation

Generate professional presentations in seconds with Karaf's AI. Customize this presentation or start from scratch.

Create New Presentation

Powered by Karaf.ai — AI-Powered Presentation Generator